O grupo 14 Bis está lançando seu 15º álbum, que também rendeu seu primeiro DVD, com presenças de Beto Guedes, Marcos Viana, Rogério Flausino e Flávio Venturini
São 28 anos de estrada. Ou de ´Bailes da vida´, como diria uma canção que eles também já gravaram (duas vezes, inclusive). Entre 15 álbuns, são nada menos que três outros discos ao vivo: em 1988 (um ano após a saída de Flávio), 1998 (em um pouco compatível formato acústico) e em 2000 (na companhia dos cariocas do Boca Livre).
Uma das melhores e mais antigas formações do rock brasileiro. ´Uma ponte entre a MPB e o rock´, como prefere o baixista Sérgio Magrão, único carioca do grupo, também remanescente da formação original, como Cláudio Venturini (voz e guitarra), Vermelho (teclado) e Hely Rodrigues (bateria e percussão). Há oito anos, o grupo conta com um quinto Bis: o tecladista convidado Sérgio Vasconcellos, que acaba se tornando tão indispensável como o naipe de cordas característico das apresentações, como comprova este ´Ao Vivo´. Um álbum de canções ´que nunca tiveram fim´, para adaptarmos um verso de ´Caçador de Mim´, outro sucesso de Milton Nascimento, registrado pelo grupo agora pela quarta vez. Até mesmo porque é uma parceria do próprio Magrão com Luiz Carlos Sá (da dupla Sá e Guarabira).
Em entrevista por telefone, Sérgio lamenta as poucas vindas a Fortaleza. ´Lembro do show do Dragão, há uns seis anos. Foi muito bom´. Ele conta que vem sempre a Natal. Realmente, não dá para admitir: é uma baita falha dos nossos produtores. Afinal, o público do grupo continua fiel, ainda que em permanente renovação. Quem sabe agora, com a mídia oriunda deste projeto, com distribuição da Sony/BMG. ´Pensamos muito e achamos que seria legal. Vamos fazer muita televisão, apesar de a gente ter vivido esse tempo todo sem depender tanto da mídia, fazendo uma média de 80 shows por ano´. E essa longevidade? ´Existe uma amizade grande entre a gente, muito respeito e também prazer de estar em cima do palco e de fazer música, que é o que a gente gosta. O público percebe isso, e também a qualidade, de que a gente não abre mão´. Também não falta aquele carinho no final dos shows. ´Carinho, humildade. O público é um termômetro pra gente´.
Clássicos e sobras
Uma empatia que tem a ver sim com a qualidade musical dos veteranos mineiros. O DVD comprova. Mas também com a força daquelas baladas que traziam um punch bem maior que a média das bandas progressivas mineiras e paulistas daqueles anos 80. Sérgio contabiliza umas 150 canções gravadas pelo 14 Bis. ´Fica complicado agradar todo mundo, então a gente coloca um 12 sucessos. Mas sobra sempre espaço para umas dez músicas menos conhecidas, fazendo um revezamento. O sucesso não pode sair, agradando a garotada com menos de 25 anos que é mais da metade do nosso público, em show. Porque a gente sabe que muita gente não vai mais a show.
Ainda mais agora com o DVD. Mas esse público mais velho continua conosco, ele é que fez o público mais novo. Por isso nunca paramos, sempre mantendo essa média de shows, mesmo que ganhando menos do que poderíamos´, explica o baixista de 56 folhinhas no matulão.
Assim é o repertório do show, gravado com toda a grande estrutura disponível no Palácio das Artes, o mais badalado palco de Belo Horizonte. Fazendo essa ´ponte´ entre o rock´n´roll e a MPB, as ´velhas canções´ do 14 Bis acabam encontrando, no palco, um grupo cada vez mais consistente, capaz de dar mais punch até mesmo a legendárias baladas como ´Canção da América´ e outras que Sérgio Magrão define como ´lado romântico´. Caso de ´Espanhola´ e ´Todo azul do mar´, certamente. ´A gente sempre lutou contra isso, buscou sempre mostrar os temas mais pesados, tipo ´Perdido em Abbey Road´ (não incluída neste repertório) e ´Planeta Sonho´, mas as baladas aconteceram mais... Mas nós adoramos, todas! O que procuramos é mudar: ´Todo azul do mar´ está agora com o seu terceiro arranjo´. De mudanças bastante sutis, ressaltamos.
Sérgio fica feliz de a grande produção do DVD, fruto de dois anos de preparação, tenha registrado ´essa pulsação´. E frisa: ´A gente não refez uma nota sequer em estúdio. Todos os solos do Cláudio, por exemplo, são em close e a ambiência também entrega que a coisa foi lá mesmo, no palco´. Até mesmo a participação de Rogério Flausino (Jota Quest) em estúdio, sobreposta, justamente em ´Planeta Sonho´, acabou ganhando a versão do show nos extras. ´Tem fanáticos que não gostaram da presença do Flausino, mas ele mostrou ser um grande fã da gente, assim como o Samuel Rosa (Skank) que participou do Bis Acústico´.
Apesar de todo o esforço demandado, ele acredita que o grupo possa voltar a fazer mais um registro ao vivo, nos próximos anos. Com ´Perdido em Abbey Road´ e ´Espelho das águas´, mas também com aquele outro lado, de canções como ´Falso Blasé´ e ´Nuvens´ provavelmente. O projeto marcaria ainda um reencontro com Flávio Venturini. “Não é a volta dele”, ressalta. Outra novidade para breve é o Museu do Clube da Esquina, que está sendo organizado por Márcio Borges.
As novas viagens sonoras do 14 Bis
Apesar de ter mais punch, é ainda possível viajar bastante com o rock progressivo do 14 Bis. Em alguns momentos auxilido por um naipe de cordas, o grupo mineiro até ataca de outras sonoridades, como no xote-reggae ´Até o dia clarear´, apenas lá para as tantas mais próximo das antigas harmonias. Há também bons segredos como ´Xadrez Chinês´, ´Nave de Prata´ e até mesmo aquela ´Mais uma vez´, já bem conhecida parceria de Flávio Venturini e Renato Russo. ´A gente não usa a eletrônica, prefere o bom violão, piano e a velha guitarra. Só na hora da tecnologia de gravação´, ressalta Sérgio Magrão. Talvez por isso mesmo, o registro ao vivo dessa mineirada pra lá de entrosada nos leve de volta ao planeta-canção.
Antonio Ludimá De Araújo Marques natural de Pacujá-CE,seu trabalho com a comunicação começou logo muito cedo,aos 11 anos quando foi jornaleiro na sua cidade.
Sua paixão pelo rádio deu inicio no comerço da década de 90 quando ainda criança sua mãe ao acordar ligava o rádio no programa "varadão da fazenda" da Rádio Tupinabá de Sobral.
Ao longo dos anos sua paixão foi aumentando e aos 13 anos largou na radiofônia cearense,sendo um dos membros do programa da Pastoral da Juventude da Paróquia de Pacujá na FM São Francisco daquela cidade.
Em 2002, passou a residir em São Benedito e foi convidado a fazer parte da equipe da Rádio Tabajara pelo diretor da época Paulo Luz. Apresentou programas como:Brega Show,Comando Geral,Boa Noite Amor,A noite é Nossa,Show Da Manhã e o Forrozão Tabajara.
Hoje, é apresentador oficial do programa Jornal Regional líder absoluto de audiência em São Benedito e região,levando as informações da região a milhares de ouvintes espalhados pela serra da Ibiapaba,buscando sempre levar a frente a responsabilidade da notícia verídica ,é correspondente do Sistema Verdes Mares de Comunicação da Rádio Verdes Mares AM no programa Radio Notícias Verdes Mares, Ludimá Marques é conhecido na região como o 'Baby do Rádio',por ter iniciado no rádio tão jovem.
É um grande esportista torcedor do Fortaleza Esporte Clube,membro da APCDEC e ABRACE,faz parte da equipe esportiva 870 sempre comandando as narrações e reportagens nas transmissões esportivas por todo o estado do Ceará.
Ocupa o cargo de diretor administrativo desta conceituada emissora,formado em radialismo pela Faculdade Integrada Da Grande Fortaleza (FGF),cursa bacharelado em administração empresarial pela Faculdade Unives,Ludimá Marques faz rádio por amor,amando o que faz,o mesmo se sente muito recompensado ao saber que o seu maior patrimônio no rádio é o ouvinte seja no rádio receptor ou pela internet.
LOCUTOR:Ludimá Marques PROGRAMA: Jornal Regional e Jornadas Esportivas NATURALIDADE: Pacujá-CE ANIVERSÁRIO: 31 de Maio SIGNO: Gêmeos HOBBY:Comunicação A RÁDIO TABAJARA PARA VOCÊ: Uma escola do rádio na minha vida PAIXÃO POR SÃO BENEDITO:O clima PRATO PREFERIDO: Maria Isabel e Carneiro na Brasa UM CANTOR: Raimundo Fagner UMA CANTORA: Claudia Leite UMA FRASE:"Faça o bem sem olhar a quem" UM LUGAR: Casa da minha mãe UM SONHO REALIZADO: Esta no Rádio UM SONHO: Ser jornalista