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Morte de ditador Kim Jong-Il aumenta tensão entre Coreias PDF Imprimir E-mail
20 de dezembro de 2011



O anúncio da morte do ditador norte-coreano Kim Jong-Il, feito nesta segunda-feira, desencadeou o aumento da tensão na Península da Coreia, sobretudo na região da fronteira entre Coreia do Norte e Coreia do Sul. As incertezas quanto ao futuro da nação comunista sob o comando do obscuro Kim Jong-un, filho caçula de Jong-Il nomeado seu sucessor, levaram o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-Bak, a colocar em “alerta de emergência” todos os integrantes de seu gabinete e os altos oficiais das Forças Armadas sul-coreanas.

A ordem é para os militares estarem preparados para evitar qualquer tipo de situação problemática caso a Coreia do Norte decida fazer alguma manobra militar. "Não considero que a Coreia do Norte possa se permitir a fazer uma provocação nesta altura, mas precisamos ter certeza de que tudo está bem”, disse o cônsul sul-coreano em Nova York, Kim Young-mok, à rede americana CNN. Apesar de analistas e membros do governo sul-coreano considerarem improvável uma ação militar do vizinho do norte neste período de transição de poder, a Coreia do Sul prossegue em estado de total atenção.

Do lado norte da fronteira, vieram ao menos dois sinais que justificam as preocupações sul-coreanas.  Um comunicado oficial do comitê responsável pelo funeral de Kim Jong-Il, presidido pelo novo chefe de estado Kim Jong-un, incentivou o aumento da "capacidade militar" da Coreia do Norte para defender o regime de possíveis ameaças.  "Nós devemos aumentar a capacidade militar do país de todas as formas possíveis para assegurar confiavelmente o sistema socialista norte-coreano e os ganhos da revolução”, diz a nota. Além disso, poucas horas depois que a morte de Kim Jong-Il foi revelada, foi detectado um teste com um míssil norte-coreano. Um fonte oficial da Coreia do Sul, citada pela agência de notícias “Yonhap”, declarou que o míssil caiu no mar, mas não revelou a localização exata. O lançamento, segundo a mesma fonte, não teria relação com o desaparecimento do ditador.

EPA/YONHAP/EFE

Unidades de lançamento de mísseis da Coreia do Sul, apontadas para a Coreia do Norte

Unidades de lançamento de mísseis da Coreia do Sul, apontadas para a Coreia do Norte

Fronteira - Até agora não foram observadas atividades incomuns, segundo fontes militares. Mesmo assim, a Presidência da Coreia do Sul convocou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança para discutir o cenário na região após a morte do de Kim Jong-Il. O Estado-Maior Conjunto sul-coreano colocou todas as unidades do Exército em estado de alerta e indicou que aumentou a vigilância ao longo da fronteira junto com as Forças Combinadas da Coreia do Sul e Estados Unidos, que mantêm cerca de 30.000 soldados em território sul-coreano.  O presidente americano, Barack Obama, prometeu ao colega sul-coreano reforçar a cooperação entre os dois países em termos de segurança. "O presidente (Obama) reafirmou o forte compromisso em favor da estabilidade da Península Coreana e da segurança de nosso aliado, a República da Coreia", afirmou um comunicado da Casa Branca.

Não está descartada a possibilidade de elevação da escala de combate Defcon, que vai de cinco a um e atualmente está no nível quatro - estado normal de alerta, com vigilância dos órgãos de inteligência e reforço das medidas de segurança. Também estão em estado de "resposta de emergência" as missões no estrangeiro do Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Sul, cujo primeiro vice-ministro, Park Souk-hwan, presidiu uma reunião para traçar as medidas diplomáticas que Seul tomará após a morte do ditador norte-coreano. 

Nos últimos anos, as relações entre Coreia do Sul e Coreia do Norte começaram a ficar um  pouco menos conturbadas, mas dois episódios recentes reacenderam o clima de enfrentamento na região. Em 2010, a nação do Sul acusou a do Norte de lançar um ataque contra a ilha de Yeonpyeong, matando dois soldados e dois civis. Também no ano passado, a Coreia do Sul responsabilizou a do Norte pelo naufrágio do navio de guerra Cheonan, que afundou após um ataque com torpedos, deixando 46 marinheiros mortos. Os norte-coreanos negaram estar por trás da ação. A Coreia do Norte realizou testes com armas nucleares em 2006 e 2009. Os dois países continuam tecnicamente em guerra desde o conflito de três anos na década de 50, que acabou com um armistício em 1953, mas sem um tratado de paz. 

AFP/Ho/Blue House

O presidente sul-coreano, Lee Myung-Bak, comanda reunião de emergência para discutir morte de Kim Jong-Il

O presidente sul-coreano, Lee Myung-Bak, comanda reunião para discutir morte de Kim Jong-Il



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Ludimá Marques

Antonio Ludimá De Araújo Marques natural de Pacujá-CE,seu trabalho  com a comunicação começou logo muito cedo,aos 11 anos quando foi jornaleiro  na sua cidade.
Sua paixão pelo rádio deu inicio no comerço da década de 90 quando ainda criança sua mãe ao acordar ligava o rádio no programa "varadão da fazenda" da Rádio Tupinabá de Sobral.
Ao longo dos anos sua paixão foi aumentando e aos 13 anos largou na radiofônia cearense,sendo um dos membros do programa da Pastoral da Juventude da Paróquia de Pacujá na FM São Francisco daquela cidade.
Em 2002, passou a residir em São Benedito e foi convidado a fazer parte da equipe da  Rádio Tabajara pelo diretor da época Paulo Luz. Apresentou programas como:Brega Show,Comando Geral,Boa Noite Amor,A noite é Nossa,Show Da Manhã e o Forrozão Tabajara.
Hoje, é apresentador oficial do programa Jornal Regional líder absoluto de audiência em São Benedito e região,levando as informações da região a milhares de ouvintes espalhados pela serra da Ibiapaba,buscando sempre levar a frente a responsabilidade da notícia verídica ,é correspondente do Sistema Verdes Mares de Comunicação da Rádio Verdes Mares AM no programa Radio Notícias Verdes Mares, Ludimá Marques é  conhecido na região como o 'Baby do Rádio',por ter iniciado no rádio tão jovem.
É um grande esportista torcedor do Fortaleza Esporte Clube,membro da APCDEC e ABRACE,faz parte da equipe esportiva 870 sempre comandando as narrações e reportagens nas transmissões esportivas por todo  o estado do Ceará.
Ocupa o cargo de diretor administrativo desta conceituada emissora,formado em radialismo pela Faculdade Integrada Da Grande Fortaleza (FGF),cursa bacharelado em administração empresarial pela Faculdade Unives,Ludimá Marques faz rádio por amor,amando o que faz,o mesmo se sente muito recompensado ao saber que o seu maior patrimônio no rádio é o ouvinte seja no rádio receptor ou pela internet.  

LOCUTOR:Ludimá Marques
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