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Início arrow Notícias arrow Ceará arrow Greve na PM – 'Por um dia, nos governou o caos'
Greve na PM – 'Por um dia, nos governou o caos' PDF Imprimir E-mail
05 de janeiro de 2012
Com o título “O dia em que o Ceará parou”, eis artigo do publicitário e poeta Ricardo Alcântara. Ele aborda a greve dos policiais e bombeiros militares e a postura do Governo do Estado no episódio. Confira:

O 3 de janeiro de 2012 será lembrado por um tempo como o dia em que o estado do Ceará baixou as portas. Fechou. E ficou o sentimento de que seu governo não foi competente para evitar que as coisas chegassem a tal ponto.

Às três da tarde, quem trafegava pelas principais avenidas da capital já percebia o alcance do pânico: lojas com portas cerradas e multidões de trabalhadores nos pontos de ônibus, indo se esconder dentro de casa.

O pânico tomou conta também das (até alguns anos atrás) pacatas cidades do interior, onde, recentemente, já houvera explodido os índices de violência e de consumo de drogas. No medo das pessoas, a força da greve.

A incapacidade de diálogo do governo, já demonstrada durante a greve dos professores, garantiu à dos policiais máxima adesão e a cidade ficou entregue à própria sorte. Na prepotência do governo, o combustível da greve.

O governo tratou com negligência as reivindicações dos policiais e fez péssima avaliação sobre o potencial do movimento. Não seria correto, agora, conferir responsabilidade somente aos policiais que se retiraram das ruas.

A mobilização de instituições, sociais e autônomas, por uma mediação foi reveladora de como o governo perdeu rapidamente as condições de resolver o impasse com seus servidores. Por um dia, nos governou somente o caos.

O governo ficou sem discurso. Perdeu a voz, perplexo com a descoberta súbita de sua impotência, iludido que estava sobre o ilimitado alcance de sua vontade – nada soberana, como foi forçado a se dar conta tardiamente.

E o estado lá, cidade por cidade, entregue ao pânico. E por quê? Porque o governo deu ao movimento grevista todas as credenciais para expor sua máxima irresponsabilidade sob um manto aceitável de indignação.

Aquela imagem de esposas de policiais secando os pneus das viaturas disse tudo: a adesão das famílias deu ao extremismo dos grevistas um teor de humanidade que só os mais incompetentes governos concedem à desordem.

O governo não exercitou a tolerância no limite necessário para convencer a sociedade de que toda a irresponsabilidade estava do outro lado. O que se viu? Um governo mudo, desprovido de um discurso competente para a crise.

Crise que demonstrou, sem retoques, o grau de liderança do Secretário de Segurança e seu controle sobre a tropa: zero vírgula zero. O governo negociou mal, expôs o comando ao esvaziamento súbito e deverá substituí-lo.

Convocado para a missão como um “pé de boi” – conhecedor das rotinas do quartel e traquejado no trato com a tropa – o que se revelou sobre Francisco Bezerra foi que nem disso, o singelo feijão com arroz, soube dar conta.

Dizer que as partes entraram em acordo não retrata os fatos: o governo foi submetido a uma rendição. Outra versão seria desproporcional à distância deixada entre a intransigência inicial e os termos finais admitidos.

O dia será lembrado como aquele em que o autoritarismo governamental, até então protegido pela couraça de uma aliança partidária de coerência duvidosa, revelou toda a sua fragilidade. Coube à sociedade demonstrá-lo.

Blog do Eliomar


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Ludimá Marques

Antonio Ludimá De Araújo Marques natural de Pacujá-CE,seu trabalho  com a comunicação começou logo muito cedo,aos 11 anos quando foi jornaleiro  na sua cidade.
Sua paixão pelo rádio deu inicio no comerço da década de 90 quando ainda criança sua mãe ao acordar ligava o rádio no programa "varadão da fazenda" da Rádio Tupinabá de Sobral.
Ao longo dos anos sua paixão foi aumentando e aos 13 anos largou na radiofônia cearense,sendo um dos membros do programa da Pastoral da Juventude da Paróquia de Pacujá na FM São Francisco daquela cidade.
Em 2002, passou a residir em São Benedito e foi convidado a fazer parte da equipe da  Rádio Tabajara pelo diretor da época Paulo Luz. Apresentou programas como:Brega Show,Comando Geral,Boa Noite Amor,A noite é Nossa,Show Da Manhã e o Forrozão Tabajara.
Hoje, é apresentador oficial do programa Jornal Regional líder absoluto de audiência em São Benedito e região,levando as informações da região a milhares de ouvintes espalhados pela serra da Ibiapaba,buscando sempre levar a frente a responsabilidade da notícia verídica ,é correspondente do Sistema Verdes Mares de Comunicação da Rádio Verdes Mares AM no programa Radio Notícias Verdes Mares, Ludimá Marques é  conhecido na região como o 'Baby do Rádio',por ter iniciado no rádio tão jovem.
É um grande esportista torcedor do Fortaleza Esporte Clube,membro da APCDEC e ABRACE,faz parte da equipe esportiva 870 sempre comandando as narrações e reportagens nas transmissões esportivas por todo  o estado do Ceará.
Ocupa o cargo de diretor administrativo desta conceituada emissora,formado em radialismo pela Faculdade Integrada Da Grande Fortaleza (FGF),cursa bacharelado em administração empresarial pela Faculdade Unives,Ludimá Marques faz rádio por amor,amando o que faz,o mesmo se sente muito recompensado ao saber que o seu maior patrimônio no rádio é o ouvinte seja no rádio receptor ou pela internet.  

LOCUTOR:Ludimá Marques
PROGRAMA: Jornal Regional e Jornadas Esportivas
NATURALIDADE: Pacujá-CE
ANIVERSÁRIO: 31 de Maio
SIGNO: Gêmeos
HOBBY:Comunicação
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