Enquete

Você acha que São Benedito subirá para a 1ª divisão?
 









Previsão do Tempo

Radio on-line ao vivo


Escute a Rádio Tabajara AM no seu player favorito
Clique e ouça
listen listen listen listen

Estatísticas

Visitantes: 8055016
Nós temos 30 visitantes online
Início arrow Mapa
Dengue hemorrágica bate recorde no Ceará PDF Imprimir E-mail
14 de janeiro de 2008
Caixa d'água contaminada com larva do mosquito da dengueO ano de 2008 começa com uma má notícia para o Ceará no que diz respeito ao combate à dengue. Embora o número de casos em 2007 tenha sido menor que em 2006, o Estado teve o maior número de casos de dengue hemorrágica de sua história: 295. Para efeito de comparação, em 2000, sete anos antes, apenas quatro casos foram registrados. Isso significa que neste período houve um aumento de 7.275% dos casos da doença. Os dados são do Boletim Semanal da Dengue, da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

O infectologista Afonso Bezerra, do Hospital São José, afirma que em 2008 o número de casos de dengue no Ceará deverá permanecer o mesmo que o de 2007, entre 20 e 25 mil. A progressão da dengue hemorrágica, contudo, só aumenta. "Quando a dengue chegou ao Ceará, havia um caso de dengue hemorrágica para cada 3 mil de dengue clássica. Ao longo do tempo, esse número passou de um para cada 100 casos. Isso ocorre no mundo todo", explica.
Uma das explicações apontadas para o crescimento da dengue hemorrágica é o fato de muitas pessoas já terem sido infectadas. De 2000 a 2007, foram contabilizados 164,5 mil casos da doença no Ceará, segundo a Sesa. Dos quatro tipos de dengue existentes, o Estado registra a ocorrência de três. O quarto tipo já pode ser encontrado em países vizinhos, como a Venezuela.

"Toda a vez que a pessoa tem a dengue, ela fica imunizada ao tipo que teve, mas fica sensível a um outro tipo. No momento em que ela foi infectada pelo outro sorotipo, a tendência é que a doença manifeste-se de forma mais grave", explica a assessora técnica do Núcleo de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a veterinária Socorro Furtado.

De acordo com a especialista, essa característica leva a uma tendência de sempre haver formas graves da doença e epidemias não apenas de dengue clássica, mas, principalmente, de dengue hemorrágica. Além da infecção, o fator genético também influencia na gravidade da doença. "Você pode ter dengue pela primeira vez e ela já ser hemorrágica", afirma Socorro.

A dificuldade na erradicação do mosquito transmissor da dengue, Aedes aegypti, fez com que os órgãos de saúde concentrassem seus esforços na tentativa de diminuir sua mortalidade.

"A dengue ainda vai conviver muito conosco. 90% dos focos são interdomiciliares. Como o domicílio é inviolável, tudo que se faz é só paliativo", analisa Afonso Bezerra.


Como prevenir

Não acumule materiais descartáveis desnecessários e sem uso. Se forem destinados à reciclagem, guarde-os sempre em local coberto e abrigados da chuva.

Trate adequadamente a piscina com cloro. Se ela não estiver em uso, esvazie-a completamente, não deixando poças d'água.

Entregue pneus velhos ao serviço de limpeza urbana. Caso precise deles, guarde-os, sem água, em locais cobertos.

Verifique se todos os ralos da casa não estão entupidos. Limpe-os pelo menos uma vez por semana. Se não os estiver usando, deixe-os fechados.

Guarde as garrafas, baldes ou latas vazia de cabeça para baixo.

Lave com escova e sabão as vasilhas de água e de comida de seus animais pelo menos uma vez por semana.

Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada. Não jogue lixo em terrenos baldios. Jogue no lixo todo objeto que possa acumular água.

Encha de areia até a borda os pratinhos dos vasos de planta. Se tiver plantas aquáticas, troque a água e lave o vaso principalmente por dentro com escova, água e sabão pelo menos uma vez por semana.

Mantenha bem tampados tonéis, barris d'água e a caixa d'água.

Remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas. Não deixe a água da chuva acumulada sobre a laje.

Fonte: Ministério da Saúde

Cuidados com a saúde

Sintomas
Depois da picada do mosquito, os sintomas se manifestam a partir do 3º dia. O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os seguintes sintomas aparecem:

Dengue Clássica
Febre alta com início súbito
Forte dor de cabeça
Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos
Perda do paladar e apetite
Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores
Náuseas e vômitos, tonturas
Extremo cansaço
Moleza e dor no corpo
Muitas dores nos ossos e articulações

Dengue hemorrágica
Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum
A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:
Dores abdominais fortes e contínuas
Vômitos persistentes
Pele pálida, fria e úmida
Sangramento pelo nariz, boca e gengivas
Manchas vermelhas na pele
Sonolência, agitação e confusão mental
Sede excessiva e boca seca
Pulso rápido e fraco
Dificuldade respiratória
Perda de consciência

Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem. O objetivo do Ministério é que esse número seja reduzido a menos de 1%.

Vírus
Existem quatro sorotipos diferentes do vírus. No Brasil, estão em circulação os sorotipos 1, 2 e 3. Quem já contraiu um sorotipo não se infecta novamente pelo mesmo, mas ainda está susceptível aos outros. A dengue é mais grave quando uma pessoa que já contraiu anteriormente um sorotipo apresenta a doença pela segunda vez por um sorotipo diferente, o que pode causar a dengue hemorrágica. Neste caso, há possibilidade de haver manifestações hemorrágicas, como pequenas manchas avermelhadas por todo o corpo, hematomas e queda da pressão arterial, aumentando a gravidade da doença. Quando isto ocorrer, deve-se, imediatamente, procurar atendimento médico.
O sorotipo quatro do vírus ainda não foi detectado no Brasil, mas está presente em vários países vizinhos, como Venezuela, Peru e Guiana Francesa.

Tratamento
Mantenha repouso e beba bastante líquido. Só use medicamentos prescritos pelo médico. É importante dizer que a pessoa com manifestação de dengue não deve utilizar medicamentos que contenham ácido acetil salicílico (AAS, Aspirina, etc), pois apresenta substâncias que podem aumentar o risco de hemorragias.

Fonte: Ministério da Saúde e Diagnósticos da América S/A
Publique este artigo no seu site | Visto: 6248

Comentários (1)
1. Escrito por Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo em 04-07-2009 15:20 - Visitante - IP: 187.13.160.157
 
 
num entendi nada
num entendih nada  
tbm nao li  
uhauahahuahahauaha :) :grin ;) 8) :p :sigh :zzz :upset :eek :roll :? :cry :( :x :? :? :? :?
 

Escrever comentário
  • Por favor, o assunto do seu comentário precisa ser relevante ao assunto do artigo.
  • Ataques pessoais serão deletados.
  • Por favor, não use os comentário para fazer propaganda de seu site ou será deletado.
Nome:
E-mail
Homepage
Título:
Comentário:



Código:* Code
Quero ser contactado por e-mail avisando sobre comentários

Sistema de Comentários Edição Especial v.1.4.6
© Copyright 2008 por PortalGigaWeb - www.portalgigaweb.com.br
Todos os direitos reservados

 
< Anterior
Advertisement
Ludimá Marques

Antonio Ludimá De Araújo Marques natural de Pacujá-CE,seu trabalho  com a comunicação começou logo muito cedo,aos 11 anos quando foi jornaleiro  na sua cidade.
Sua paixão pelo rádio deu inicio no comerço da década de 90 quando ainda criança sua mãe ao acordar ligava o rádio no programa "varadão da fazenda" da Rádio Tupinabá de Sobral.
Ao longo dos anos sua paixão foi aumentando e aos 13 anos largou na radiofônia cearense,sendo um dos membros do programa da Pastoral da Juventude da Paróquia de Pacujá na FM São Francisco daquela cidade.
Em 2002, passou a residir em São Benedito e foi convidado a fazer parte da equipe da  Rádio Tabajara pelo diretor da época Paulo Luz. Apresentou programas como:Brega Show,Comando Geral,Boa Noite Amor,A noite é Nossa,Show Da Manhã e o Forrozão Tabajara.
Hoje, é apresentador oficial do programa Jornal Regional líder absoluto de audiência em São Benedito e região,levando as informações da região a milhares de ouvintes espalhados pela serra da Ibiapaba,buscando sempre levar a frente a responsabilidade da notícia verídica ,é correspondente do Sistema Verdes Mares de Comunicação da Rádio Verdes Mares AM no programa Radio Notícias Verdes Mares, Ludimá Marques é  conhecido na região como o 'Baby do Rádio',por ter iniciado no rádio tão jovem.
É um grande esportista torcedor do Fortaleza Esporte Clube,membro da APCDEC e ABRACE,faz parte da equipe esportiva 870 sempre comandando as narrações e reportagens nas transmissões esportivas por todo  o estado do Ceará.
Ocupa o cargo de diretor administrativo desta conceituada emissora,formado em radialismo pela Faculdade Integrada Da Grande Fortaleza (FGF),cursa bacharelado em administração empresarial pela Faculdade Unives,Ludimá Marques faz rádio por amor,amando o que faz,o mesmo se sente muito recompensado ao saber que o seu maior patrimônio no rádio é o ouvinte seja no rádio receptor ou pela internet.  

LOCUTOR:Ludimá Marques
PROGRAMA: Jornal Regional e Jornadas Esportivas
NATURALIDADE: Pacujá-CE
ANIVERSÁRIO: 31 de Maio
SIGNO: Gêmeos
HOBBY:Comunicação
A RÁDIO TABAJARA PARA VOCÊ: Uma escola do rádio na minha vida
PAIXÃO POR SÃO BENEDITO:O clima
PRATO PREFERIDO: Maria Isabel e Carneiro na Brasa
UM CANTOR: Raimundo Fagner
UMA CANTORA: Claudia Leite
UMA FRASE:"Faça o bem sem olhar a quem"
UM LUGAR: Casa da minha mãe
UM SONHO REALIZADO: Esta no Rádio
UM SONHO: Ser jornalista

 

Leia mais...